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© Mai/2018 Laboratório de Análises do Instituto Superior Técnico

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Águas Minerais Naturais e Águas de Nascente - Análise físico-química resumida e Análise físico-química completa, de acordo com a DGEG - Despacho n.º 14413-2016.

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A Legionella é uma bactéria ambiental que encontra em alguns equipamentos condições propícias ao seu desenvolvimento. Este microrganismo sobrevive e cresce dentro de diferentes equipamentos (torres de refrigeração, unidades de tratamento de ar (UTA's), cisternas, etc.) e sistemas de distribuição onde encontra condições propícias ao seu desenvolvimentos: temperatura ótima de crescimento, nutrientes provenientes de sedimentos, biofilmes e organismos comensais.
 
O Laboratório de Análises efectua análises de Legionella segundo duas metodologias:
 
Cultura:
Este é o método clássico, apresentando boa especificidade. Este método é baseado na ISO n.º 11731 de 1998.
 
PCR:
Método implementado no laboratório, baseado na amplificação de DNA destas bactérias bastante rápido, sensível e específico.
Incluí um passo que permite a eliminação de DNA livre em solução.

Análise de melamina e acetaldeídos - as embalagens de plástico são vulgarmente utilizadas como recipientes para armazenar água para consumo humano. No entanto, alguns dos seus constituintes podem migrar para a água, alterando algumas das suas propriedades, tais como cor, odor, sabor e outras.
Como por exemplo podem referir-se os compostos MELAMINA e ACETALDEÍDO, os quais podem ser analisados no LAIST por UPLC-MS-MS e GC-ECD ou GC-MS, respectivamente.

Análise de hidrocarbonetos - Fracção C10 a C40  - os hidrocarbonetos totais derivados do petróleo de C10 a C40 são uma mistura complexa de hidrocarbonetos, tais como os alcanos, alcenos e aromáticos. Estes compostos podem ser determinados em amostras de água por cromatografia gasosa após extracção das mesmas.
O limite de quantificação para este método é de 10 µ g/L, cumprindo assim o limite imposto no Dec. Lei 218/2015 para águas superficiais.

Análise de Norovirus GI, Norovirus GII e Vírus da Hepatite A - os moluscos bivalves, com a sua capacidade de filtrar água e sua tradicional forma de consumo (muitas vezes crua ou levemente cozinhados), são um grupo de alimentos que constitutem elevados riscos para a saúde humana sendo um dos mais comuns veículos transmissores de doenças virais causadas pela ingestão de alimentos.
Os surtos relacionados com o consumo de moluscos bivalves são geramente devidos à presença de Norovirus e Vírus da Hepatite A. Estes organismos são de rápida bioacumulação e de longa persistência no molusco bivalve.
O LAIST encontra-se acreditado para a pesquisa e quantificação de Norovirus GI, Norovirus GII e Vírus da Hepatite A em moluscos bivalves seguindo a norma internacional ISO/TS 15216-1:2013.

O Laboratório de Análises do Instituto Superior Técnico, líder do workpackage dos Pequenos Sistemas de Abastecimento de Água no projecto FP7 Aquavalens, participou nas cerimónias de doação de duas estações de tratamento de águas aos Municípios de Aguiar da Beira e Trancoso. As estações foram desenvolvidas no âmbito do projecto Aquavalens, com equipamento de ponta incluindo turbidimetros, medidor de pH, remoção de partículas, desinfecção por cloro automática e a possibilidade de efectuar amostragens automaticamente quando o valores limites definidos são excedidos, com aviso telemétrico para o operador recolher a amostra para análise.

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